As aplicações e plataformas digitais fazem parte do nosso quotidiano, mas também nos expõem a diversos perigos. É essencial adotar práticas seguras e responsáveis, respeitando os direitos de autor e a propriedade intelectual.
O termo cracker foi criado por hackers em 1985 para designar quem pratica a quebra de sistemas de segurança de forma ilegal ou sem ética.
Von Neumann foi um matemático húngaro que construiu o ENIAC e criou a arquitetura dos computadores usada atualmente.
O rato foi apresentado em 1968 como uma caixa de madeira com duas rodas, um botão e um cabo que parecia a cauda de um rato.

A 27 de abril de 2016, o Parlamento Europeu e o Conselho da União Europeia estabeleceram o regulamento relativo à proteção das pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados.
Este regulamento garante direitos fundamentais de privacidade e proteção de dados para todos os cidadãos europeus.
O aluno deve ficar capaz de adotar uma atitude crítica, refletida e responsável no uso de tecnologias, ambientes e serviços digitais.
Adotar práticas seguras de utilização das aplicações digitais e na navegação na internet.
Conhecer e utilizar critérios de validação da informação publicada online.
Conhecer e utilizar as normas relativas aos recursos e conteúdos, combatendo o plágio.
Conhecer recomendações relativas à acessibilidade na criação e publicação de conteúdos digitais.
As aplicações ou plataformas digitais que utilizamos para interagir, partilhar e colaborar, como as redes sociais, o chat, a videoconferência, o email e os serviços de armazenamento e partilha de ficheiros, já fazem parte do nosso quotidiano.
Contudo, também nos expõem a diversos perigos e, por isso, é necessário adotarmos práticas seguras e responsáveis no seu uso, respeitando os direitos de autor e a propriedade intelectual.
Malware é software malicioso criado com o objetivo de destruir ou recolher informações do dispositivo ou, ainda, de controlar esse dispositivo.

Software malicioso criado por crackers que se instala automaticamente no dispositivo e interfere com o seu funcionamento, podendo danificar e eliminar dados.
Quando trocas mensagens instantâneas no WhatsApp, Messenger, Skype ou noutras aplicações, podem surgir pedidos de transferência de ficheiros que podem trazer vírus.

Em todo o lado existem esquemas com o objetivo de enganar as pessoas, e a internet não é exceção. Phishing consiste em um desconhecido fazer-se passar por uma pessoa ou entidade de confiança com a intenção de obter informações que permitam aceder, sem autorização, ao dispositivo, contas de jogos, redes sociais ou dados pessoais.
Esquemas como esses são usados para prémios falsos, falsas ofertas em jogos ou falsas ofertas de comércio eletrónico.
Nunca divulgues dados pessoais, como o teu nome, morada, idade ou contacto, na internet.
Tem especial cuidado com os links a que acedes, em chats, emails ou sites.
Confirma se os sites possuem navegação segura (https ou o símbolo 🔒).
Se for iniciada uma transferência automática, cancela-a imediatamente ou apaga os ficheiros.
Se pensas que estás a ser vítima de phishing, altera de imediato a tua palavra-passe.
Ao não utilizares a internet de forma segura, podes correr vários riscos que comprometem a tua segurança e privacidade.
O computador e/ou dispositivo eletrónico pode ficar infetado com vírus.
Ser alvo de esquemas de phishing que roubam os teus dados.
Ser vítima de cyberbullying (agressão moral utilizando a internet).
As informações guardadas no teu dispositivo serem roubadas.
Ser vítima de assédio, rapto ou pedofilia.
Informações privadas serem tornadas públicas para milhões de pessoas.
Os criadores de vírus ou outro tipo de software malicioso tentam induzir-te a fazeres o que pretendem, através de um clique num link, da abertura de um ficheiro com aspeto legítimo ou na visita a uma página maliciosa.
Seguir estas recomendações é essencial para proteger o teu dispositivo contra ameaças digitais.
Ativa as atualizações automáticas do sistema operativo.
Mantém atualizados e executa com regularidade um antivírus e um anti-spyware.
Configura o browser para bloquear pop-ups.
Nunca desatives a firewall do sistema operativo.
Não visites sites que não sejam fidedignos.
Descarrega aplicações apenas de sites oficiais.
Atualiza periodicamente o software de aplicação.
Não abras emails, links ou ficheiros de desconhecidos.
Para acederes a um link enviado por email, copia-o para o teu browser.
Antes de abrires ou executares um ficheiro, verifica a existência de vírus.
Não uses a palavra-passe do teu email em fóruns, blogues ou jogos.
Se aparecer uma caixa de verificação suspeita, fecha o teu browser.
Um sistema informático pode estar infetado com vírus se apresentar alguns destes comportamentos:
As aplicações não funcionam corretamente
Está mais lento do que o normal
Não responde ou bloqueia com frequência
Apresenta mensagens de erro
Reinicia sem te pedir para o fazeres
Desaparecem ficheiros ou encontram-se danificados
Aparecem atalhos ou ficheiros sem a tua interferência
Envia emails sem o teu conhecimento
Apresenta problemas de acesso à internet
Não acede a dispositivos externos ou unidades de disco
Uma das recomendações é manteres as aplicações e o sistema operativo sempre atualizados para evitar possíveis problemas de segurança.
As atualizações do Windows ocorrem automaticamente, através da ferramenta Windows Update, existente na opção Definições do menu Iniciar.

Podes instalar automaticamente atualizações de aplicações através da Microsoft Store, disponível no menu Iniciar.
No Android, podes aceder à opção de configuração de atualizações automáticas recorrendo à app Play Store.
Este processo garante que as tuas aplicações estão sempre atualizadas com as últimas correções de segurança.

No iOS, para aceder à opção de configuração de atualizações automáticas:
Isto garante que as tuas aplicações são atualizadas automaticamente, mantendo o teu dispositivo seguro.
O Windows possui um centro de segurança que permite limitar o controlo da conta e apresenta uma proteção antivírus nativa do sistema. Contudo, pode ser uma boa opção reforçar a proteção do dispositivo com outras aplicações de segurança.
Na janela de Segurança do Windows, a que acedes a partir do menu Iniciar, podes ativar e configurar as várias opções de proteção e segurança do teu dispositivo.
Na janela de Segurança do Windows, opta por Proteção contra vírus e ameaças e clica no botão Análise rápida.
Escolhe Opções de análise se pretenderes efetuar uma análise completa ou personalizada do teu sistema.

Para protegeres os teus ficheiros contra ransomware ou restaurar ficheiros em caso de ataques, na opção Proteção contra vírus e ameaças, escolhe Proteção contra ransomware e liga o Acesso controlado a pastas.
O acesso controlado a pastas protege ficheiros, pastas e áreas de memória contra alterações não autorizadas.
Para bloqueares aplicações, ficheiros e sites potencialmente indesejados ou maliciosos, na opção Controlo de aplicações e browsers, clica no botão Ligar.
Esta definição protege o teu dispositivo de aplicações, ficheiros e websites maliciosos ou potencialmente indesejáveis através da proteção baseada em reputação.
Atualmente, a maior parte das definições de segurança do browser já estão ativadas, contudo, é conveniente ajustar e verificar os níveis de algumas delas.
No browser Google Chrome, clica no botão Personalizar e controlar, seleciona a opção Definições e verifica os níveis de segurança e, se necessário, escolhe as opções que melhor protegem os teus dados e o teu dispositivo.
O Android tem um sistema de segurança nativo, o Google Play Protect, que possui funcionalidades como a encriptação em VPN, muito importante para os dispositivos móveis bastante expostos a redes públicas.
Mesmo assim, os smartphones ou tablets estão sujeitos diariamente a vários riscos, como a instalação de uma app maliciosa através da Play Store.

Instala as atualizações para o sistema operativo e aplicações sempre que disponíveis.
Especialmente quando te ligas a redes públicas pouco confiáveis.
Com PIN, desenho, impressão digital ou outro mecanismo de segurança.
Configurações
Configura adequadamente as opções de segurança e de privacidade.

Para configurares as opções de segurança e de privacidade, de modo que o teu dispositivo e os teus dados fiquem protegidos, clica em Definições e, com a ajuda de um adulto, explora as várias opções.
Ativa as mais adequadas a ti, incluindo ecrã bloqueado, dados biométricos e segurança, privacidade e localização.
O iOS também possui incorporadas funcionalidades de segurança, fazendo com que os danos causados pelo malware sejam menores.
Deves ter os mesmos cuidados que os referidos para os dispositivos com o sistema operativo Android. Para configurares as opções de segurança e de privacidade, clica em Definições e, com a ajuda de um adulto, explora as várias opções, ativando as mais adequadas a ti.
É muito importante salvaguardar todos os dados existentes no dispositivo, pois este pode avariar, ser infetado por vírus ou roubado. Se for necessário, com a cópia de segurança podes repor os teus dados noutro dispositivo.
Faz com frequência uma cópia dos ficheiros para um suporte externo.
Disco externo, pen drive ou serviço de armazenamento online.
É aconselhável fazer uma cópia de segurança de todos os dados do equipamento.

A imagem do sistema contém uma cópia dos ficheiros, do sistema operativo, das aplicações e das definições do sistema do teu dispositivo.
Assim, se tiveres algum problema com o teu equipamento, podes restaurar o seu conteúdo através dessa imagem do sistema.
No Windows, podes criar uma cópia de segurança completa do sistema para um disco externo ou outro dispositivo de armazenamento.
Este processo garante que todos os teus dados estão protegidos e podem ser restaurados em caso de emergência.
Podes fazer o backup do teu dispositivo móvel, por exemplo, para um PC ou para um serviço de alojamento na «nuvem».
Utiliza os recursos associados às contas da Google para backup automático.
Conecta o smartphone ao PC por cabo USB ou Bluetooth para transferir ficheiros.

O Android possui vários recursos associados às suas contas da Google, possibilitando a interação entre os dados guardados no dispositivo móvel e o Google Drive.
O Windows possui integração direta com o Android. Em primeiro lugar, o smartphone tem de ser conectado ao computador por cabo, USB ou Bluetooth.
Depois, nas Definições no teu smartphone, clica em Transferir ficheiros. De seguida, no computador, em Documentos no menu Iniciar, seleciona o dispositivo móvel e copia o que pretendes para uma pasta no teu computador.
Para fazeres o backup de um iPhone, iPad ou iPod Touch, podes optar por fazer a cópia de segurança com o iCloud, o Mac ou o computador, ou ainda com soluções mais simples como a DropBox ou o Google Drive.
Deves escolher o método que melhor se adequa às tuas necessidades.
Em primeiro lugar, o dispositivo tem de estar ligado a uma rede wi-fi.


Se já ativaste a conta do iCloud e sincronizaste o dispositivo móvel com o Mac, visualizas os teus ficheiros diretamente no Mac através da iCloud.
Caso não tenhas feito a sincronização, liga o teu dispositivo a um computador, abre a aplicação iTunes ou o Finder, seleciona o teu dispositivo e clica em Fazer cópia de segurança.
Uma palavra-passe deve ser suficientemente complexa para evitar que a descubram facilmente.
Comprimento Mínimo
Ser composta por, pelo menos, oito caracteres.
Conter letras maiúsculas, letras minúsculas, números e símbolos.
Não incluir o nome de utilizador.
Não conter nome, data de nascimento, contacto, morada ou outro dado pessoal.
Não apresentar conjuntos de dígitos consecutivos ou juntos no teclado.
Nunca peças opinião sobre a palavra-passe a usar; escolhe-a tu.
Não escrevas a palavra-passe em lado nenhum; memoriza-a.
Não partilhes a tua palavra-passe com outras pessoas, mesmo que as consideres de confiança.
Não guardes palavras-passe em dispositivos partilhados com outras pessoas.
Se há mais do que um utilizador, cria um perfil para cada um e atribui sempre uma palavra-passe de acesso.
Termina sempre a sessão de utilizador antes de saíres de um equipamento que não seja teu.

Usa palavras-passe diferentes para sites diferentes. Garante que a do email seja diferente de todas as outras.
Quando surgir uma página para colocar as tuas credenciais, verifica se o endereço corresponde ao site em questão.
Encerra Corretamente
Encerra corretamente as aplicações que utilizas (chat, rede social, email ou outra).
Não guardes as palavras-passe no teu browser porque é uma das práticas mais inseguras.
Quando utilizas redes sociais, chats, mensageiros instantâneos, fóruns ou plataformas de videoconferência, o risco de violação da tua privacidade aumenta e, por isso, é necessário adotares um comportamento cauteloso para a protegeres.
Por vezes, basta um clique num link ou o acesso a um site para deixar um rasto dos dados que podem ser usados para fins ilícitos.
Há quem procure informações para roubar dados pessoais, bancários ou profissionais.
Podem utilizar a tua identidade online para fins ilícitos ou apoderar-se de informações guardadas no teu dispositivo.
A internet é um local público e tudo o que revelas ou publicas fica lá para sempre.
Podes ser vítima de ciberbullying.
Podes escolher as informações que desejas compartilhar. Para isso, no menu Iniciar, seleciona Configurações, escolhe Privacidade e ajusta as configurações necessárias.
Estas configurações permitem-te controlar que aplicações têm acesso à tua localização, câmara, microfone e outros dados sensíveis.
O browser que usas para «navegar» na internet, como o Google Chrome, o Microsoft Edge ou o Firefox, permite que definas configurações de segurança para as diferentes zonas: internet, intranet (rede local), sites confiáveis e sites restritos.
No Google Chrome, clica no botão Personalizar e controlar, seleciona a opção Definições e ajusta os níveis de Privacidade e segurança.
É muito frequente partilhar nas redes sociais a nossa opinião, momentos importantes, onde estamos e com quem estamos. Contudo, deves selecionar criteriosamente o que publicas nas redes sociais.
É muito importante que protejas os teus dados pessoais e a tua privacidade nas redes sociais.
Utiliza palavras-passe fortes.
Personaliza as configurações de privacidade para proteger os teus dados pessoais.
Não exponhas a tua localização.
Oculta dados pessoais, como o email e o contacto telefónico.
Faz logout (termina a sessão) da conta ao sair.
Evita o overposting.
Restringe o teu público apenas aos amigos.
Não deixes que «amigos de amigos» tenham acesso às tuas publicações.
Não permitas que pessoas que não conheces tentem «pedir-te amizade».
Impede que encontrem o teu perfil através de um motor de pesquisa.
Bloqueia as identificações de fotos.
Cria grupos apenas com as pessoas com quem queres partilhar um determinado conteúdo.
Bloqueia, elimina e/ou denuncia «amigos» indesejados.
Nos teus trabalhos, se usaste textos, imagens, músicas ou vídeos que não são da tua autoria, deves indicar sempre o nome do autor para não desrespeitar os direitos de autor ou a propriedade intelectual de quem produziu as obras.
Os direitos de autor servem para evitar que outras pessoas se apoderem de obras originais, fazendo delas um uso comercial incorreto.
Com algumas exceções, qualquer reprodução, utilização ou difusão de uma obra original, seja ela retirada de meios virtuais ou até da tua biblioteca, deve ter o acordo do autor.
Ao abrigo da lei dos direitos de autor e tratados internacionais, os sites são considerados obras literárias e, como tal, a informação que aí se encontra está protegida pelas mesmas leis que se aplicam a livros impressos, vídeos ou fotografias em papel.
Os sites têm a mesma proteção legal que obras físicas como livros e fotografias.
Copiar um texto ou parte, não identificando a sua origem através da respetiva referência bibliográfica.
Fazer download de uma imagem, vídeo ou música da internet sem autorização da entidade que a disponibiliza.
Carregar para a internet vídeos, imagens, sons ou músicas cujos autores não o autorizaram.
Instalar uma aplicação num dispositivo sem respeitar o seu licenciamento.
Para que os direitos de autor sejam preservados na utilização de criações digitais disponíveis na internet, foram criadas, com uma abrangência mundial e totalmente gratuitas, licenças CC (Creative Commons).
Cada autor pode atribuir aos conteúdos que cria, permitindo que outras pessoas copiem, distribuam e façam alguns usos do seu trabalho – pelo menos, para fins não comerciais, sempre dentro dos limites da legislação do direito de autor e dos direitos conexos.

Existem vários tipos de licenças CC disponíveis que definem a forma como o autor permite a partilha e uso das suas criações.
Para todas elas, é sempre necessário indicar o autor, da forma que ele especificar na licença. Antes de copiares textos, imagens, músicas ou vídeos para os teus trabalhos, deves procurar a licença que aparece no site original e utilizar o conteúdo de acordo com esta.
Ao produzires e publicares conteúdos digitais, como textos em blogs, sites, ebooks ou vídeos, deves ter especial cuidado com a qualidade da informação que publicas, com o direito à imagem e com os direitos de autor e a propriedade intelectual.
As páginas devem ser apelativas, existindo harmonia entre todos os seus elementos.
O carregamento deve ser rápido, a navegação intuitiva e a informação facilmente localizada.
Deve conter informação interessante, atualizada e exposta de forma clara, objetiva e isenta de erros.
São os sites bem construídos, com conteúdos e aparência interessantes, de navegação intuitiva e adaptáveis a qualquer dispositivo móvel (sites responsivos), que têm sucesso.
As fases estão diretamente associadas a determinadas questões: Para quê? Para quem? O quê? Como?
Se planeares bem o teu trabalho desde o início, obterás melhores resultados com menor esforço e mais rapidamente.
Enciclopédias Digitais
Wikipédia, Infopédia e outras enciclopédias online.
Bibliotecas Científicas
Biblioteca Digital Mundial, WikiCiências, Biblioteca Nacional de Portugal.
Recursos Geográficos
Google Maps, Google Earth, Instituto Nacional de Estatística.
Google Arts & Culture permite viagens virtuais a museus e galerias.
Agência Lusa, CNN, Jornal de Notícias, The Times, RFM, TSF.
Bibliotecas Multimédia
Pixabay oferece vídeos e imagens com licença CC0 de utilização livre.
Como saber se a informação pesquisada na internet é atualizada e credível? Deves utilizar as fontes de informação com cautela e analisar a informação através de critérios que passam pelo conteúdo e pela apresentação da informação.
O endereço URL é de um organismo público ou oficial?
Há uma identificação clara e precisa acerca do autor ou proveniência da informação?
O autor ou a entidade responsável pelo site é de confiança?
O site contém informação completa e válida?
Há informação com referências e links para sites de organismos conceituados?
A linguagem utilizada é adequada aos conteúdos abordados?
A informação apresenta-se de forma clara, organizada e isenta de erros?
É um site que tem visível a data de publicação da informação?
Seguir estas etapas garante que a informação que utilizas é credível, relevante e devidamente referenciada.
Quando publicamos conteúdos digitais, temos de ter em conta que estes devem garantir o acesso à informação por qualquer utilizador, independentemente de ter ou não alguma incapacidade.
A W3C (World Wide Web Consortium) define padrões internacionais de acessibilidade da web que asseguram a inclusão social.
Segurança Digital e Cidadania Responsável